Lúcio Alcântara saúda publicação de pesquisa sobre educação brasileira
Segundo o senador, os indicadores levantados pelo Inep - agora reunidos na Geografia - têm permitido não só acompanhar, mas planejar e desenvolver políticas que se revelaram mais eficazes para melhorar as condições de ensino brasileiro. A publicação inova ao apresentar esses indicadores com a devida definição, forma de cálculo, fonte de dados e esclarecimentos metodológicos, além de análise sobre seu desempenho numa linguagem acessível aos que não dominam as técnicas estatísticas. Para facilitar o entendimento, as análises são acompanhadas de gráficos e mapas.
- A educação é hoje a prioridade número um da sociedade brasileira. Por isso espero que Geografia da Educação Brasileira venha a se transformar num instrumento efetivo de democratização das informações, dando suporte à elaboração de estudos e à implantação de programas que possam elevar a qualidade do ensino - disse Alcântara.
Na opinião do parlamentar, a qualidade do ensino têm melhorado muito, especialmente de 1995 para cá. Em 1998, o país tinha 51 milhões de alunos matriculados na educação básica, sendo 44,5 milhões em escolas públicas, ou seja 87% do total. O senador mencionou como um grande estímulo para a melhoria do ensino a criação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), que movimentou R$ 13,3 bilhões e exerceu forte impacto sobre a receita de 2.153 dos municípios mais pobres do país.
Geografia da Educação Brasileira apresenta os indicadores em blocos, por meio dos quais são respondidas as seguintes questões: em que contexto social se desenvolve o processo educacional; o que as escolas oferecem aos seus alunos; quem tem acesso à educação; como os alunos evoluem dentro do sistema; o que os alunos são capazes de aprender e qual é o seu desempenho escolar; e quanto se gasta e quem financia a educação.
No bloco Acesso e Participação, por exemplo, é apresentada análise da expansão da cobertura escolar e da ascensão educacional das mulheres. A leitura dos números revela que o Brasil já está perto de universalizar o acesso das crianças entre 7 e 14 anos ao ensino fundamental e que as diferenças estão se invertendo: as mulheres já superam os homens em níveis de escolarização.
06/04/2001
Agência Senado
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