Mão Santa lembra Dia dos Médicos
O senador Mão Santa (PMDB-PI) lembrou a comemoração, nesta quinta-feira, do Dia dos Médicos e disse que a sociedade não promove homenagens, desfiles e festas para celebrar o profissional da saúde. Ele observou que os médicos não são lembrados nos momentos de alegria, mas nos infortúnios e na desgraça.
- Não há muito a comemorar. Dizem que a profissão de médico é um sacerdócio, mas enquanto o número de templos e religiões só aumenta, os hospitais estão abandonados - lamentou.
Como exemplo, o senador citou o caso do médico piauiense Cândido Almeida Atahyde, ex-diretor da Santa Casa de Teresina falecido aos 95 anos de idade. Segundo Mão Santa, o médico trabalhou até o fim da vida por necessidade, pois a aposentadoria não lhe garantia a sobrevivência. O senador responsabilizou o governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
- Este é o governo que acaba com os médicos, porque a aposentadoria é uma porcaria. Até quando o Luiz Inácio vai massacrar os médicos e a saúde do Brasil? - indagou.
O senador Paulo Paim (PT-RS) disse, em aparte, que homenageava todos os médicos do país através de Mão Santa, ressaltando a forma como aplica na política a sua sensibilidade profissional de médico.
18/10/2007
Agência Senado
Artigos Relacionados
Mão Santa lembra Dia dos Médicos
Eurípedes lembra o trabalho dos Médicos sem Fronteira
Geovani Borges lembra importância dos médicos na sociedade e lamenta dificuldades que enfrentam
Mão Santa lembra os 181 anos do Legislativo
Mão Santa lembra piauienses ilustres na história da UNE
Mão Santa diz que médicos chegaram ao fundo do poço