Paulo Souto elogia lançamento do Prodetur II
Um detalhe importante desta nova fase, avaliou Paulo Souto, é a atenção do governo à dificuldade de os estados participarem com 40% a título de contrapartida. "Os recursos federais financiados pelo BID serão de 60%, os estados participarão com 20% e o governo federal, com recursos próprios, com mais 20%", explicou o senador.
O programa tem uma forte preocupação com a sustentabilidade dos projetos turísticos, disse Paulo Souto. Para tanto, continuou, exige-se dos municípios lei de ordenamento territorial e gestão ambiental, código de edificações, gestão administrativa e fiscal, disposição de resíduos sólidos e participação comunitária.
Mas, para o senador, os esforços do Prodetur poderão se mostrar inócuos se não houver um incremento dos vôos diretos, principalmente da Europa e América do Norte, para o Nordeste. "A região recebe menos de 2% dos vôos internacionais regulares para o país", informou.
Como solução para o problema, Paulo Souto sugere a adoção de uma política agressiva de vôos charters (não regulares, fretados pelos operadores turísticos) para a região, a Amazônia e o Pantanal. "Os charters têm todas as condições de criar a competitividade que falta para disputar, no mercado turístico internacional, em igualdade de condições de concorrência, com destinos como o Caribe, Tailândia, Indonésia, Malásia, Vietnam, Cancun, e outros", disse o senador, ressaltando os esforços do governo da Bahia para divulgar o turismo no Brasil.
19/06/2001
Agência Senado
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